Enxergar o mundo com os olhos de criança é dar asas a imaginação! Para isso é preciso uma pitada de criatividade e fantasia para que tudo possa virar brinquedo e brincadeira.
Panos viram rios, árvores viram abrigo e qualquer outro elemento que as chame a atenção é tempero para o brincar.
No terreno fértil que é a infância utilizar materiais não estruturados contribui para o desenvolvimento da criança e despertam a curiosidade e o raciocínio lógico.
Na Escola Favinho as crianças entram em contato com estes materiais e a partir de suas brincadeiras os ressignificam, pois os sentidos dados por elas são inesgotáveis! E o mais bacana disso tudo é que não existe hora nem lugar para acontecerem. Pode ser no quintal, na praça, em casa ou na escola. Tudo vale!
Veja algumas coisas do que fazemos por aqui:
Sacolas de papelão
Sabe aquelas sacolas de papelão que guardamos sem saber a serventia? Nas mãos das crianças viram de tudo um pouco: cesta, chapéu… Aqui na Escola Favinho, as crianças gostam mesmo é de transformá-las em asas de abelha e sair voando por aí, voando pelos nossos quintais.
Barbante
As brincadeiras com barbante sempre fizeram parte da infância de nossos pais. Um nó aqui e outro lá, para surgir a famosa a cama de gato. Para as crianças esse fio também é visto como um brinquedo e tanto!
Na escola, eles viraram serpentina, fios de cabelo e até macarrão! Brincadeiras de equilíbrio? Basta colocar o fio no chão que os desafios surgem.
Tecidos
Suas cores, transparências, tramas e variadas texturas encantam e mexem com os sentidos dos bebês e das crianças. Entre uma brincadeira e outra esse material vem à tona transformando-se em esconderijos, nuvens, canoas, florestas e tudo o mais que a imaginação permitir!
Caixas
As grandes e as pequenas, de papelão ou madeira, com ou sem muitas texturas, as caixas simplesmente encantam a criançada.
Em um jogo de vira-desvira a depender do contexto de cada turma surgem barcos, canoas e gondolas, castelos, edifícios e ocas. Nas caixas guardamos brinquedos, quinquilharias, folhas e pedrinhas colhidas nos quintal.
Ah, elas também viram casas e muitas vezes servem como nossos esconderijos!